12: The Elements of Great Managing
Sequência do livro Primeiro, Quebre Todas as Regras, 12 explica o que toda empresa deve saber para criar e sustentar o engajamento de funcionários. Saiba maisDia e noite, ao longo de todo o ano, mais de 100.000 quilos de vidro em estado gelatinoso ardem no calor intenso e brilham tanto dentro de um forno de fusão em Rio Claro, Brasil, que não se consegue observá-lo a olho nu ou se aproximar muito sob o risco de se queimar. Através das lentes escuras de uma proteção facial especial, pode-se ter uma rápida visão de algo que parece a lava de um vulcão criado pelo homem.
Ao ritmo de várias toneladas por hora, matérias primas - incluindo dolomita, alumínio, caulim, e carbonato de sódio - são alimentadas no alto do forno de fusão, enquanto uma quantidade igual de vidro líquido a 1.600 graus Celsius escorre de seu tanque como um rio laranja que corre para as "estações de moldagem", localizadas nas proximidades. Em uma fração de segundos, o vidro passa por milhares de pequenas aberturas tubulares, chamadas de fieiras, e é transformado de quente em frio - de turbulento em delicado - e enrolados em grandes bobinas do produto final: fibra de vidro.
"Estou aqui há quinze anos, e ainda fico impressionado com o processo que temos", diz o operário Jose Duil dos Santos. "Não se vê isso todo dia".
Dados os extremos enfrentados na fábrica de fibra de vidro da Owens Corning, localizada a 172 quilômetros de São Paulo, não é surpreendente que seja dada uma ênfase tão grande nos materiais e equipamentos necessários para garantir a segurança, o conforto e a produtividade do trabalho. Mas o espírito de colaboração dos funcionários e a prática de aprimoramento das ferramentas dentro da "Fibra de Vidro," como os trabalhadores locais chamam a fábrica, se tornaram um modelo para as equipes que trabalham em condições muito menos severas.
Quando os pesquisadores da Gallup estavam à procura de elementos da vida no trabalho que mais afetam o desempenho, um que surgiu de imediato foi identificado pela frase "Tenho os materiais e equipamentos necessários para realizar o meu trabalho corretamente". A fábrica de Rio Claro coloca o 'Segundo Elemento' na prática. (Veja o quadro "The 12 elements of Great Managing" no final deste artigo.)
Tudo começou com a fibra de vidro
Apesar de todos os outros produtos comercializados pela empresa, que hoje em dia são a maior parte de sua receita, a Owens Corning foi criada com base na invenção e produção da fibra de vidro. Em 1932, Dale Kleist, pesquisador da 'Owens-Illinois', acidentalmente apontou um jato de ar comprimido para um fluxo de vidro gelatinoso. Ele espalhou e esticou o material transformando-o em finas fibras - foi uma descoberta por acaso.
A 'Corning Incorporated' estava trabalhando em uma linha semelhante de pesquisa. Em 1938, as empresas uniram esforços e criaram a 'Owens-Corning Fiberglas Corporation', famosa nos Estados Unidos por sua marca registrada cor-de-rosa para sistemas de isolamento de edifícios. No Brasil, sua subsidiária 'Owens Corning Fiberglass A.S. Limitada', ainda mantém a designação "fiberglass (fibra de vidro)" que foi removida de sua matriz em 1996.
A fábrica de Rio Claro produz fibra de vidro desde 1971. O processo básico não se modificou muito desde então porque os princípios químicos e físicos da criação dos filamentos ainda se mantêm os mesmos. Gravidade, fluxo de ar e uma porção já enrijecida do filamento puxam um fino cordão através de cada uma das 2.400 fieiras do canal de vidro líquido e quente. Um jato de água gelada resfria rapidamente os filamentos e um cilindro embebido em produtos químicos transforma-os do vidro frágil em fibra de vidro flexível.
Enquanto a essência do processo não mudou, muitos detalhes foram aprimorados, frequentemente devido às sugestões feitas pelos próprios funcionários. "Quem faz o trabalho é quem sabe o que é preciso para realizá-lo", diz Enio Wetten, um veterano de 27 anos de fábrica e um gerente modesto do coração da área operacional.
Wetten supervisiona um grupo de 10 gerentes e 70 funcionários que mantêm a fabrica em perfeito funcionamento. "Tudo aqui depende do forno de fusão", ele diz. Outras áreas da fábrica, como o equipamento que trança os filamentos para criar o tecido de fibra de vidro, podem parar devido a situações sérias como um problema na máquina ou simplesmente devido à hora do almoço. Mas reiniciar o forno de fusão caso ele pare é muito difícil, e por isso ele deve trabalhar ininterruptamente.
Assim como em qualquer unidade de negócios, as sugestões para melhorias em Rio Claro são bastante abrangentes, desde aquelas que podem ser facilmente colocadas em prática, como óculos de proteção maiores, até importantes investimentos que podem levar anos para serem implantados, se é que serão.
Atender os funcionários em suas necessidades ajuda a empresa de duas formas. Do ponto de vista puramente funcional, ter as ferramentas corretas torna o trabalho mais seguro, fácil e produtivo. "A primeira coisa em que pensamos é na segurança," comenta Wetten. "Sempre nos perguntamos, 'Quais são os riscos'? Trabalhamos com altas temperaturas. Trabalhamos com substâncias inflamáveis, como a gasolina. Trabalhamos com oxigênio. Os equipamentos que possuímos precisam ser os melhores".
Tão importante quanto o acima mencionado é a percepção do funcionário de que a empresa o apóia, fornecendo o equipamento que ele deseja e precisa, pois isso serve como um poderoso motivador psicológico. "Esta é uma empresa que foca em suas pessoas, que faz com que eu me sinta seguro em relação ao meu trabalho." diz Santos.
Vamos analisar as luvas usadas pelos 'fiandeiros', funcionários em Rio Claro que restabelecem as interrupções no fluxo de filamentos que vêm das estações de modelagem para as bobinas que ficam no andar inferior. Sem as luvas, estes funcionários correm o risco de ter suas mãos perfuradas por pequenos fragmentos que se desprendem das fibras em alta velocidade. Por outro lado, com as luvas, fica mais difícil sentir os filamentos, que têm somente de 10 a 15 microns de largura - semelhante à largura de um cabelo humano.
"As primeiras luvas que recebemos não eram confortáveis, então o departamento de segurança nos forneceu as luvas que nos agradaram", diz Rogerio Nodari, um fiandeiro da fábrica. "Eu tenho que sentir os fios e também tenho que me sentir seguro. Pequenas coisas como estas fazem muita diferença para nós". Santos, que está testando um novo tipo de luvas, concorda. "As luvas permitem que você faça o seu trabalho melhor, sem se preocupar em machucar suas mãos."
Os fiandeiros também usam uma ferramenta vermelha pequena que parece um pente para separar as fibras enquanto recarregam a máquina. O tamanho correto desta ferramenta com o espaço certo entre cada um dos dentes torna o trabalho muito mais fácil. "Estamos sempre testando pentes diferentes," diz Wetten.
Eles precisavam encontrar uma combinação semelhante para a vareta que usam para soprar o ar através dos orifícios quando estão rebobinando, diz o operador especialista em modelagem Valdemir Pistarino. Uma vareta pequena que eles testaram não tinha força suficiente para eliminar o vidro derretido dos orifícios. Uma grande tinha força demais. Uma outra, entre estas duas, funcionou perfeitamente. E ainda foi aprimorada ao acoplarmos um protetor circular acima da alça que o operador segura para bloquear o calor do vidro. "Isso passou a ser um processo perfeito de colaboração entre os funcionários e gerentes," diz o operador.
Ao ser perguntado sobre outros equipamentos que tornam o seu trabalho mais fácil, Santos se levanta e mostra em suas calças o reforço nos joelhos. "Neste trabalho ajoelhamos muito," ele diz. "Esta almofadinha extra torna isso muito mais confortável".
Os operários precisam monitorar atentamente a temperatura dentro do forno. Isto era realizado anteriormente com um termômetro ótico que, como um telescópio, deveria mirar através de uma pequena janela no forno em vários pontos do seu interior. Não era perigoso, mas o calor no local era intenso e isso se tornava rapidamente uma atividade muito desconfortável. Os gerentes da planta descobriram um termômetro de infravermelho que permite leituras de temperatura mais rápidas. "Nós tomamos conta das pessoas e elas tomam conta do forno," diz Wetten.
Assim como pequenas melhorias nos materiais e equipamentos de uso diário da equipe podem aumentar significativamente a segurança e o conforto, mudanças simples no processo se multiplicam ao longo do tempo. Uma das formas que os funcionários de Rio Claro usam para demonstrar seu engajamento é buscando maneiras de aumentar a produção da planta.
"A grande maioria das idéias está relacionada a melhorias na produção", diz Wetten. "Normalmente, é uma pequena modificação que faz uma grande diferença na produção. Funcionamos 24 horas por dia, 30 dias por mês, 12 meses por ano, portanto uma simples mudança pode fazer uma grande diferença no final do ano." Santos acrescenta, "Todos nós sabemos que se a empresa crescer, isso é bom para todos nós".
Não é difícil para um grupo de trabalho ter um ou mais problemas relacionados ao 'Segundo Elemento' resolvidos através da autoridade ou do dinheiro da matriz corporativa. Em Rio Claro, o ponto mais sério que desafia a busca de uma solução local é o fornecimento elétrico. As tempestades de verão no Brasil produzem raios. Estes raios causam quedas de energia. E além das matérias primas, uma coisa que o forno precisa para funcionar é energia elétrica.
A planta de fibra de vidro é ligada à rede de energia da cidade de Rio Claro. Ela não possui sua própria estação de geração de energia ou uma linha separada proveniente dos geradores da cidade. "Se alguém bate em um poste de luz na cidade, esta pessoa pode cortar nossa energia," diz Wetten.
Djalma Altarugio, um engenheiro de moldagem da planta, estima que 80% das flutuações de produção são causadas pelos cortes de energia. "Quando temos um corte no fornecimento de energia - somente um minuto, ou dois, ou mesmo 30 segundos - a temperatura do vidro, que nós controlamos com tanto cuidado, cai," ele explica.
Dependendo da duração desse corte de energia, pode levar horas ou dias para que o forno volte à sua temperatura normal, afetando diretamente as taxas de eficiência e produção da planta. Em seu funcionamento normal, a planta pode converter mais de 90% de sua matéria prima em fibra de vidro acabada. Mas quando há um corte de energia, a eficiência automaticamente diminui. "É um problema sério," diz Altarugio.
Embora os cortes de energia afetem negativamente a produção, não há nada melhor para demonstrar todo o trabalho de equipe do grupo. Todos lembram quando a energia caiu na véspera do Natal de 1998. Os operários que não estavam na planta sabiam que haveria problemas por lá quando a energia caiu em suas casas. "O pessoal deixou suas casas e famílias e veio para a planta para ajudar a reiniciar a operação," declara Altarugio.
"Todos que estavam na cidade vieram imediatamente para a planta porque sabiam o quão importante era manter o forno em funcionamento; eles também sabiam como seria difícil para seus companheiros fazer com que ele voltasse a funcionar normalmente," diz Wetten.
O corte de energia da véspera de Natal foi particularmente sério. Eles ficaram sem energia por três horas. O forno tinha sido recentemente reconstruído e modernizado e, portanto, os operários não estavam completamente familiarizados com suas vulnerabilidades. Uma das tubulações que leva o vidro derretido esfriou a ponto de endurecer o vidro nela contido. Foram três dias para retomar as operações normais; logo depois disso, a empresa adicionou aquecedores especiais nos pontos do sistema mais suscetíveis a um rápido resfriamento. "Aprendemos muito com aquela situação", diz Wetten.
Embora esses cortes no fornecimento de energia raramente durem tanto quanto o da véspera do Natal, essas interrupções de energia continuam acontecendo, exigindo que os funcionários se coloquem a postos para resolver o problema. Wetten aponta para um gráfico que demonstra flutuações para cima e para baixo na meta de eficiência da conversão. Há um movimento sazonal claro no gráfico - índices altos em grande parte do ano, mas significativamente mais baixos em janeiro e fevereiro, meses do alto verão brasileiro.
Quando acaba a energia, a primeira prioridade é ligar um gerador a diesel que fornece a eletricidade e o calor necessários para evitar uma catástrofe, mas nada comparado aos 10 megawatts que esta fábrica consome em pleno funcionamento. "O forno de fusão é mantido em perfeitas condições devido à expansão do calor interno," explica Wetten. Se a temperatura dele cai muito, ele contrai ou é danificado? "As duas coisas", ele diz.
Diferentes procedimentos surgem enquanto a rotina dos cortes de energia continua, todos destinados a manter o calor no forno de fusão e a fluidez do vidro. A menos que os operadores ajam rapidamente, um corte de energia que dura mais de 10 ou 15 minutos pode causar sérios danos ao forno. Com uma resposta rápida e bem coordenada, a planta pode sobreviver a um corte mais longo, mas há um limite para o que os operários podem fazer. "Depois disso", explica o gerente, "não há nada a fazer, senão chorar".
Quando a energia volta, uma série de alarmes começam a piscar, exigindo a atenção dos operadores. "É aqui que o comprometimento e as ações dos funcionários são tão importantes", declara Wetten. "Você tem os procedimentos, mas cada falha no fornecimento de energia é diferente da anterior."
Demonstrar comprometimento com a sua presença
Em 2006, a matriz da Owens Corning em Toledo, Ohio, aprovou a construção de uma sub-estação de energia na própria planta para eliminar o problema das interrupções no fornecimento de energia. Como muitos outros gerentes que não podem resolver de imediato um problema que foge ao controle deles, Wetten teve que combinar solidariedade com determinação para manter os níveis de engajamento de seus funcionários enquanto espera pela sub-estação.
"A chave para superar a falta de um certo equipamento é mostrar o meu compromisso para com o meu pessoal, estando presente, junto com eles, nas horas de dificuldade, como no caso do corte de energia na véspera de Natal," ele diz. "É assim que eu ganho o respeito deles, e não simplesmente por ser o chefe deles".
"O alto nível de comprometimento da equipe me faz sentir seguro sobre o meu trabalho," declara Pistarino. "As pessoas estão comprometidas com a qualidade. Isso não tem nada a ver com dar ou receber ordens. Isso quer dizer 'saber o que fazer'".
Wetten nos conta que a sua visão de que os funcionários precisam estar equipados é baseada em uma hierarquia de três imperativos. No alto, em primeiro lugar, está a segurança do funcionário, portanto ele está sempre procurando formas de proteger seus operários dos perigos inerentes ao forno de fusão, ao vidro quente e cortante, às quedas tantos de funcionários como de objetos que podem ocorrer em uma instalação industrial com vários andares.
A segunda prioridade é evitar danos à instalação - aquelas complicações que eles combatem quando a energia é interrompida. "O impacto de um problema com o forno sobre a empresa é muito sério, mas a segurança é imprescindível," declara o gerente.
Em terceiro vem a ênfase dada à produção. Então, por exemplo, exigir que os fiandeiros usem luvas significa que eles irão rebobinar uma estação de moldagem mais lentamente que fariam se pudessem sentir melhor as finas fibras com suas mãos descobertas. Mas trabalhar sem luvas não é seguro.
Wetten também pede aos seus funcionários que acreditem em seus instintos para evitar acidentes. "Se você não está se sentindo confortável ao realizar uma certa tarefa, você não deve fazê-la. Você deve, sim, conversar com seu superior sobre isso," ele explica. "Incentivamos as pessoas a analisarem tudo que fazem, a fim de certificarem-se de que aquilo é seguro."
Nos últimos anos, a fábrica colocou um pequeno elevador de ferramentas para evitar a possibilidade de um operário cair ou deixar uma ferramenta pesada cair ao subir as escadas que ligam um nível ao outro. Protetores de calor também foram incluídos entre o vidro fundido e as plataformas onde os operários ficam, a fim de reduzir a exposição deles aos raios infravermelhos. "Há uma grande diferença entre ter ou não um protetor," aponta Pistarino.
A ênfase dada nas ferramentas certas e na segurança tem um significado especial para Pistarino. "Eu quase perdi meu pé em um emprego anterior," ele conta. "Se você não solicita o equipamento que é necessário, você está contribuindo para a falta de segurança. Toda vez que você nota um problema, ele se torna um acidente em potencial, e você deve comunicar isso imediatamente ao seu gerente."
Acreditando haver um espaço muito grande entre as estações de moldagem, onde o vidro quente se torna fibra, e as estações de enrolamento no andar inferior, os funcionários e gerentes trabalharam juntos no projeto para criar grades de metal amarelo brilhante que são agora presas ao chão de concreto em cada estação. Por ter 35 anos, a planta de Rio Claro pode não contar com a mais alta tecnologia, diz Wetten, mas eles trabalham duro para modernizar e melhorar aquilo que possuem.
Em outros locais, os gerentes frequentemente dizem que gerenciam as preocupações relacionadas ao 'Segundo Elemento' em parte fazendo ajustes individuais para os funcionários. Por exemplo, eles permitem que os funcionários escolham, entre várias opções, o celular que melhor agrada a eles ou modificam o software padrão em um laptop, a fim de atender ao estilo de trabalho, talento ou outras demandas de trabalho de cada funcionário.
Wetten não tem esses luxos. "Trabalhamos em turnos, portanto temos muitos funcionários fazendo a mesma coisa com as mesmas ferramentas," ele diz. "Tentamos ter todos os procedimentos bem definidos. E tentamos buscar sempre o consenso. Não há como atender cada um individualmente."
Ao invés disso, um grupo de operadores se encontra uma vez por mês para discutir problemas e idéias sobre como tornar a planta mais eficaz. "Eles são responsáveis em receber informações dos outros operadores, verificar as condições da planta e buscar melhorias ou sugerir formas de evitar incidentes em nossa área," diz Altarugio. "Baseados no relatório desta equipe, decidimos instalar as grades entre os níveis da moldagem e enrolamento."
"Nós damos as idéias e a empresa responde a elas," diz Nodari. "Esta empresa está focada em suas pessoas," declara Santos, "o que me faz sentir muito seguro em relação ao meu trabalho. O mais importante é saber que eu vou voltar para a minha família no final do meu turno, sem nenhum arranhão".
Através dos cortes de energia e do trabalho conjunto na busca de formas melhores de trabalho, a equipe de Rio Claro alcançou um alto nível de engajamento de funcionários. Eles aprenderam que embora talvez não possam contar com o fornecimento de energia, eles podem contar um com o outro, principalmente, nas emergências. "Os funcionários estão muito comprometidos com a planta," declara Altarugio. "Na minha opinião, esta é a melhor característica de nossa planta."
Porque um corte de energia pode comprometer a habilidade da equipe em atingir suas metas de produção para o mês inteiro - e porque eles se sentem altamente responsáveis por estas metas - menciona Wetten, eles apresentam uma forte ética profissional durante os cortes. "Eu amo o que faço todo dia porque eu sempre tenho um desafio a enfrentar. Você não vem para a Owens Corning pensando sobre a falta de um equipamento, porque está tudo aqui," diz Pistarino. Este sentimento ajuda a alimentar o compromisso de uns com os outros.
"O time veste a camisa!" ele diz, usando uma metáfora comum aos brasileiros, amantes do futebol, para se referir a uma equipe unida e orgulhosa de seu trabalho.
'The 12 Elements of Great Managing'
A fim de identificar os elementos que compõem o engajamento de funcionários, a Gallup conduziu várias entrevistas em todos os tipos de empresa, em todos os níveis, na maioria dos setores e em diversos países. Estas 12 declarações - o 'Gallup Q12' - surgiram da pesquisa pioneira da Gallup como sendo as que mais refletem o desempenho do funcionário e do grupo de trabalho.
Sequência do livro Primeiro, Quebre Todas as Regras, 12 explica o que toda empresa deve saber para criar e sustentar o engajamento de funcionários. Saiba mais
As empresas não dispendem muito esforço para gerenciar o lado humano do negócio. Isso está para mudar.